Responda com a primeira impressão. Não pense demais em cada frase: a resposta que vem de imediato costuma ser a mais verdadeira. Não existe resposta certa nem melhor.
A ideia de agir contra meus próprios princípios me pesa mais do que a crítica de fora.
Fico apreensivo quando sinto que as pessoas esperam de mim mais do que tenho para dar.
Quando pessoas próximas discutem na minha frente, sinto um mal-estar físico, mesmo quando a briga não é comigo.
Para me sentir eu mesmo, preciso me sentir diferente da maioria, mesmo quando isso me deixa de fora.
Prefiro ser visto como duro do que deixar alguém achar que pode passar por cima de mim.
Sob pressão, sigo mostrando que está tudo sob controle, mesmo quando por dentro estou no limite.
Quando um problema me angustia, loto minha agenda de coisas para fazer e adio olhar para ele.
Quando alguém quer cuidar de mim, minha reação é dizer que estou bem, mesmo sem estar.
No trabalho, gosto de deixar as coisas registradas por escrito, para ninguém depois dizer que não foi combinado.
Quando termino algo importante e ninguém fica sabendo, a conquista perde a graça.
Fico inquieto quando a vida entra em rotina: logo procuro um plano, uma novidade, qualquer coisa no horizonte.
Quando me sinto pouco lembrado, me pego fazendo as contas do quanto já fiz pelos outros.
Quando a pressão aumenta, adio decisões enquanto procuro mais uma informação, mais uma opinião, mais uma garantia.
Me pego apontando erros pequenos dos outros, no trabalho ou em casa, mesmo quando ninguém pediu opinião.
Antes de aceitar um convite ou compromisso, faço questão de saber quanto tempo aquilo vai durar.
Deixo conversas difíceis para depois, esperando que o problema acabe se resolvendo sozinho.
Tenho a sensação de que falta em mim alguma coisa que as outras pessoas parecem ter de nascença.
A ideia de depender da boa vontade de alguém para viver minha vida me sufoca.
Só relaxo de verdade depois de pensar no que pode dar errado e no que eu faria.
Me sinto mais seguro do meu lugar na vida das pessoas quando estou fazendo algo por elas.
Quando um compromisso fecha minhas outras opções, sinto um aperto, mesmo sendo algo que eu quis.
A possibilidade de parecer incompetente na frente dos outros me apavora mais do que o erro em si.
Quando vejo alguém tratando mal uma pessoa que não pode se defender, eu me meto na hora.
Guardo lembranças, objetos e músicas que me deixam melancólico, e volto a eles de propósito.
Quando insistem para eu resolver logo alguma coisa, minha vontade de fazer diminui em vez de aumentar.
Quando o mundo exige demais de mim, vou sumindo: respondo menos, saio menos, me fecho no meu canto.
Quando o trabalho aperta, sinto que só eu me preocupo em fazer as coisas direito.
Quando alguém me machuca de verdade, a mágoa dura pouco: vira raiva e vontade de revidar.
Quando me sinto incompreendido, me afasto das pessoas, mas no fundo espero que venham atrás de mim.
Quando me perguntam o que eu prefiro, me dá um branco, e acabo indo na escolha do outro.
Precisar dos outros, em vez de me virar sozinho, me deixa desconfortável de um jeito difícil de explicar.
Fico incomodado até ter certeza de que agi da maneira certa, mesmo quando ninguém viu.
Ser pego de surpresa, sem um plano, me incomoda mais do que o problema em si.
Tenho medo de descobrir que as pessoas se virariam muito bem sem mim.
Começo cursos, projetos e hobbies com empolgação total, e me despeço deles assim que a novidade passa.
Transformo quase tudo que faço em meta, até hobby e descanso viram algo para cumprir.
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